Paraguaios que vivem em outros países também poderão votar

Do total de 3.516.273 de eleitores paraguaios, 21.981 estão no exterior.

Nos próximos dias, um 19 delegados eleitorais viajarão à Argentina, à Espanha e aos Estados Unidos para viabilizar essa votação. Leia mais aqui.

O TSJE já entregou o material que será enviado aos eleitores estrangeiros:

Cargos em disputa

No próximo domingo (21), os paraguaios escolherão presidente e o vice; 45 senadores titulares e 30 suplentes; 80 deputados titulares e 80 suplentes; 17 governadores; 17 Juntas Departamentais; além de 18 Parlamentares titulares do Mercosul, com mais 18 suplentes.

Fonte: http://eleicoesnoparaguai.wordpress.com/

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A segurança durante as eleições paraguaias

No Paraguai, um dos temas mais recorrentes nos debates que precedem as eleições do próximo domingo (21) é a credibilidade do processo que escolherá o sucessor de Federico Franco. Se, por um lado, o atual governo tenta mostrar a capacidade de realizar uma votação tranquila e transparente, alguns setores da oposição demonstram total falta de confiança. O presidente deposto Fernando Lugo, que concorre a uma vaga no Senado, disse ao site argentino InfoBae que teme uma “jornada eleitoral violenta”.

“Esperemos que se repita a transparência e tranquilidade de 2008 [quando ele foi eleito presidente], mas o ambiente está enrarecido. O tom está subindo com o passar dos dias, e isso é um presságio de violência”, afirmou.

Em 4 de abril, o Tribunal Superior de Justiça Eleitoral (TSJE) do Paraguai denunciou uma tentativa de atentado contra uma de suas funcionárias, a diretora de Recursos Humanos Jazmín Barrios. O ataque foi durante a madrugada, em Assunção. Os atiradores, que não foram identificados, dispararam 19 vezes.

Segundo o Ministro do Interior, Carmelo Caballero, a maior parte dos policiais serão destinados a proteger o Tribunal Superior de Justiça Eleitoral (TSJE) e os centros de votação, além das ruas.

De acordo com o TSJE, 313 observadores internacionais trabalharão no domingo.

Fonte: http://eleicoesnoparaguai.wordpress.com/

Misión de la OEA en Paraguay inicia despliegue final

La Misión de Observación Electoral y Acompañamiento Político de la Organización de los Estados Americanos (MOE/OEA) en Paraguay, instalada en el país desde el mes de febrero, inicia su despliegue final de cara a las próximas elecciones generales del 21 de abril. Esta semana, la subjefatura de Misión llegó al país con el objetivo de mantener reuniones con los distintos actores del proceso electoral y dar seguimiento a la organización de los comicios. Durante los próximos días se irá incrementando progresivamente el número de técnicos/as y observadores/as de la OEA en el país, quienes conformarán una Misión de alrededor de 55 personas provenientes de distintos países de la región. El jefe de Misión, el ex Presidente de Costa Rica y Premio Nobel de la Paz, Dr. Óscar Arias, llegará a Paraguay en los próximos días.

Desde su arribo al país, la Misión ha seguido de cerca el desarrollo de la organización de las elecciones. Un equipo de observadores/as ha recorrido 12 de los 17 departamentos del país y la Capital con el objetivo de recibir información por parte de las autoridades electorales locales, representantes de partidos políticos y de la sociedad civil sobre el desarrollo del proceso. Asimismo, la MOE/OEA estuvo presente en la realización del simulacro de Transmisión Rápida de Resultados que tuvo lugar el 24 de marzo pasado.

Siguiendo los mandatos establecidos en la Carta Democrática Interamericana, la Misión de la OEA observa los diferentes aspectos de esta contienda electoral, incluidos aspectos legales, tecnológicos, participación de mujeres y hombres en elecciones, financiamiento de las campañas, entre otros. Asimismo, dará seguimiento a las denuncias, inquietudes o preocupaciones que puedan surgir durante el proceso electoral y las remitirá a las autoridades que correspondan para su procesamiento.

Paraguai vota!

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No próximo domingo, 21 de abril, o Paraguai realizará sua sexta eleição geral após a queda da ditadura do ex-general do Exército Alfredo Stroessner Matiauda, em 1989. Com isso, os mais de 3,5 milhões de eleitores escolherão entre os 10 candidatos oficialmente reconhecidos pela Justiça Eleitoral daquele país.

Este blog vai relatar, ao longo desta semana, a cobertura in loco das presidenciais paraguaias, que se mostram especialmente tensas por serem o primeiro pleito após a destituição do ex-presidente Fernando Lugo, em junho do ano passado.

Fonte: http://eleicoesnoparaguai.wordpress.com/

Paraguai critica manutenção da suspensão do país na Unasul

O Paraguai criticou energicamente a decisão dos presidentes da União de Nações Sul-americanas (Unasul) de manter a suspensão do país, em vigor desde a destituição do então presidente Fernando Lugo, em junho passado. Em um comunicado, emitido nesta sexta-feira (30), tão logo terminou a sexta reunião de cúpula da Unasul, o Ministério de Relações Exteriores paraguaio classificou a decisão como uma “perseguição sistemática” do bloco regional e anunciou que iniciará uma campanha para torná-la pública, mobilizando todas as suas embaixadas.

Na véspera, os chanceleres do bloco regional ouviram o relato do coordenador do Grupo de Alto Nivel da Unasul, o peruano Salomon Lerner Ghitis, que esteve no Paraguai na semana passada, para averiguar o andamento do processo eleitoral. Eles decidiram manter a suspensão do Paraguai até as eleições presidenciais (previstas para 21 de abril de 2013), que serão acompanhadas por uma missão da Unasul.

“Os chefes de Estado homologaram hoje [sexta-feira] a decisão dos chanceleres de estabelecer que a Unasul acompanhará este processo, para que haja uma plena reincorporação do Paraguai a partir de uma constatação de que foi reestabelecida a plena vigência da democracia no Paraguai”, disse em entrevista o chanceler Antonio Patriota, na final da reunião de cúpula. Segundo ele, a situação do Paraguai será “reexaminada a partir das eleições”.

O governo paraguaio reagiu à noticia apontando motivações políticas da Unasul para manter a suspensão. Um comunicado oficial do Paraguai critica a decisão, que, segundo a nota, já tinha sido tomada antes mesmo das reuniões de chanceleres e presidentes em Lima e citou declarações do assessor especial de Assuntos Internacionais da Presidência do Brasil, Marco Aurelio Garcia, feitas na quarta-feira (28), na Argentina.

“A decisão da Unasul não causou surpresa alguma ao governo do Paraguai, ainda mais porque foi anunciada previamente pelo Assessor Especial de Assuntos Internacionais da Presidência do Brasil, constituído em porta-voz ad hoc da Unasul, que declarou, antes de escutar o relato do coordenador de seu próprio Grupo de Alto Nível, que a Unasul não vai dar marcha atrás na suspensão”, diz o comunicado paraguaio.

Tanto o Mercosul quanto a Unasul suspenderam o Paraguai depois que o Congresso destituiu o então presidente Fernando Lugo, cujo mandato terminaria em abril do ano que vem. Apesar de o impeachment estar previsto na Constituição paraguaia e de a grande maioria dos parlamentares terem condenado Lugo por mal desempenho de suas funções, a velocidade do processo foi criticada pelos governos da região. Lugo teve apenas duas horas para se defender, antes de ser substituído por seu vice, Federico Franco.

Edição: Fábio Massalli