Cem vezes obrigado, M1TO!

Cem vezes obrigado, M1TO!

Caros tricolores, tricampeões mundiais, o dia 27 de    março entrou para a história do futebol mundial! Não tenho nem palavras para descrever o sentimento da nossa torcida hoje.

Tudo isso se deve ao M1TO! Ele é um M1TO porque faz  milagres debaixo das traves! Hoje, foram dois. É um  M1TO porque lidera e ama defender o maior clube do futebol mundial.

É um M1TO porque, de dentro da sua área, consegue armar contra-ataques impressionantes. É um M1TO porque tem a capacidade de driblar e humilhar os atacantes adversários.

É um M1TO porque não tem rivais. Ninguém consegue ser comparado a ele. Afinal, é um M1TO, que todos os garotos querem ser quando crescerem, mas nenhum será, porque gênios do futebol são únicos.

Só um gênio é capaz de ganhar um jogo sozinho. Só Rogério “Air” Ceni pode impedir e fazer gols ao mesmo tempo. Só ele!

Já foram cem gols. Mas cada um é único. Todos são emocionantes. Todos são só nossos!

Obrigado, Rogério “Air” Ceni! Obrigado, por ser são-paulino!

Fonte:http://blogs.lancenet.com.br/doente-saopaulo/

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0 100º Gol de Rogério Ceni

0 100º Gol de Rogério Ceni

Fim de tabu e 100º de Ceni! São Paulo sofre, mas vence

Tricolor vence o Corinthians por 2 a 1 e acaba com tabu de quatro anos. Rogério, de falta, ainda marca seu 100º gol

Felipe Castro
São Paulo (SP)

Alivia Tricolor, o tabu acabou! Em grande estilo, o São Paulo venceu o Corinthians por 2 a 1, na tarde deste domingo, na Arena Barueri, quebrou tabu de quatro anos sem vencer o arquirrival e ainda viu o goleiro Rogério Ceni marcar seu 100º gol na carreira.

Os gols foram marcados por Dagoberto e Ceni; Dentinho marcou para o Corinthians, que pressionou no fim da segunda etapa buscando o empate.

A partida, majestosa como o nome do clássico sugere, teve emoção até o fim: foram três expulsões e várias chances até os últimos minutos de jogo.

O Tricolor, que não conseguia vencer uma partida diante do Corinthians desde fevereiro 2007, foi à desforra neste domingo: quebrou outro tabu corintiano, que não perdia um clássico paulista há nove jogos.

Na tabela do Campeonato Paulista, outra mudança: o São Paulo tirou do Timão o segundo posto, ambos com 34, mas o Tri-Mundial com uma vitória a mais.

A última vitória da equipe são-paulina no clássico havia sido em fevereiro de 2007. Na ocasião, Rogério Ceni marcou um dos gols na vitória por 3 a 1. Coincidência?

ROLETA DE EMOÇÕES

A partida foi realizada na Arena Barueri pela primeira vez. Foi o terceiro clássico no estádio (nas outras duas oportunidades, Santos e São Paulo jogaram em Barueri). O Morumbi, palco habitual do Majestoso, não pode receber a partida por causa do show da banda Iron Maiden, realizado neste sábado.

Na primeira etapa do Majestoso, tal como uma montanha-russa, os dois times oscilaram momentos de predominância na partida. Primeiro, o Timão: animado com a contratação de Adriano às vésperas do clássico, o Corinthians começou melhor e não deixou o Tricolor jogar nos primeiros 10 minutos de jogo.

Depois, o Tricolor melhorou. Se apoiando na velocidade de Fernandinho e na habilidade de Ilsinho, o bom momento do São Paulo culminou na finalização perigosa de Dagoberto, aos 15 minutos.

Mas o Corinthians voltou a dominar e mostrar mais volume de jogo, a partir dos 18 minutos, quando Chicão cobrou falta por cima do gol de Rogério. Dos 18 aos 28 minutos, o Alvinegro foi melhor e encurralou o São Paulo em seu campo de defesa. No lance mais volumoso, o Timão fez uma blitz aos 25 minutos e não deixou o São Paulo respirar. Errando passes e sem conseguir afastar a bola do campo de defesa, o Tricolor se viu sufocado diante de um Corinthians empolgado em busca do gol.

Quando parecia que o gol corintiano era questão de tempo, o São Paulo, mais uma vez, fez a reviravolta.

Nesta montanha-russa infindável, na qual as duas equipes revezavam momentos efêmeros de superioridade no clássico, o Tricolor aproveitou seus ’10 minutos de fama’ da maneira mais eficiente possível: com um gol. Aos 39 minutos, Dagoberto recebeu e arriscou de fora da área. O chute seco não foi páreo para Julio Cesar, que nunca perdera um clássico pelo Timão, e o São Paulo saiu na frente no Majestoso.

Dentinho ainda perdeu grande chance de cabeça, aos 44 minutos. Mas o São Paulo iniciou a segunda etapa animado diante da possibilidade de quebrar o longo tabu.

Mesmo após defesa de Rogério em lance de Jorge Henrique, a tarde era mesmo Tricolor. Quando Fernandinho sofreu falta de Ralf, a torcida do São Paulo esfregou as mãos pelo que estava por vir. A apoteose do São Paulo estava só começando. Rogério Ceni cruzou o campo e, com muito estilo, acertou o canto direito de Julio Cesar para marcar o segundo gol do jogo e o 100º gol do goleiro, de acordo com a contagem do Tricolor.

Emocionado, Rogério comemorou muito o gol. Pelo outro lado, o Corinthians não controlou os nervos e ainda teve um jogador expulso logo em seguida. Alessandro chegou atrasado em Dagoberto e foi para o chuveiro.

EM CINCO MINUTOS, MUDA TUDO

Em cinco minutos, uma sucessão de acontecimentos deu ao Timão uma nova perspectiva na partida. Dentinho, aos 22, aproveitou cobrança rápida para acertar chute forte de fora da área e diminuir o placar. Se até cinco minutos antes, quem estava desesperado era o Corinthians, o panomara se inverteu totalmente quando Dagoberto foi expulso aos 24, depois de derrubar Ralf.

A inversão de ânimos pode dar novo horizonte ao Timão, que se lançou ao ataque. Mas, de novo, uma reviravolta: Dentinho, o mesmo que marcou o gol corintiano, deu pontapé em Rodrigo Souto e se tornou o terceiro jogador expulso no clássico.

Mesmo com um a menos (dois expulsos contra um do São Paulo), o Corinthians não se deu por vencido e pressionou o Tricolor. Em bom lance pela direita, o Cachito Ramírez colocou bola na cabeça de Liedson, que já marcara contra o arquirrival na final do Campeonato Paulista de 2003. Mas o Levezinho desperdiçou a chance.

Aos 41, totalmente acuado por um Corinthians lutador, Marlos viu a oportunidade de matar a partida, ao receber livre pela esquerda e invadir a área. Mas o meia-armador chutou por cima. Cinco minutos depois, de novo, Marlos tocou fraco no que seria o passe para o terceiro gol corintiano.

Incansável, o Timão pressionou muito nos acréscimos. Liedson, aos 48, tentou a bicicleta e parou no herói do dia, Rogério Ceni.

O jogo, alucinante, põe fim a um tabu são-paulino de 11 jogos sem vitória contra o Timão em 4 anos.

Na próxima rodada, o Tricolor volta a campo para encarar o Mirassol, no estádio do Morumbi, no domingo. Mesmo dia em que o Timão visita o Botafogo em Ribeirão Preto, visando voltar à liderança.

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 2X1 CORINTHIANS

Data: 27/03/2011 – 16:00
Estádio: Arena Barueri Cidade, Barueri (SP)
Arbitro: Guilherme Ceretta de Lima
Auxiliares: Celso Barbosa de Oliveira e Carlos Alberto Funari.
Renda/público: R$ 449.201,00 / 17.633 pagantes
Cartões amarelos: Dagoberto, Rogério Ceni, Junior Cesar, Rhodolfo, Ilsinho (SPO); Jorge Henrique (COR)
Cartões vermelhos: Alessandro, 18’/2ºT (COR); Dagoberto, 23’/2ºT (SPO); Dentinho, 27’/2ºT (COR)
GOLS: Dagoberto, 39’/1ºT (1-0); Rogério Ceni, 8’/2ºT (2-0); Dentinho, 22’/2ºT (2-1)

SÃO PAULO: Rogério Ceni, Rhodolfo, Alex Silva, Miranda e Junior Cesar; Rodrigo Souto (Casemiro, 36’/2ºT), Jean, Carlinhos e Ilsinho (Marlos, 25’/2ºT); Fernandinho (Rivaldo, 42’/2ºT) e Dagoberto. Técnico: Paulo César Carpegiani.

CORINTHIANS: Julio César, Alessandro, Chicão, Leandro Castan e Fábio Santos (Danilo, 39’/2ºT); Ralf, Paulinho, Morais (Luis Ramírez, 16’/2ºT) e Jorge Henrique (Willian, 16’/2ºT); Dentinho e Liedson. Técnico: Tite.

Fonte: Lancenet

Recorde de Rogério Ceni jamais será quebrado.

Recorde de Rogério Ceni jamais será quebrado.

Tenho certeza que o recorde que Rogério Ceni conseguiu  hoje, dificilmente será quebrado. Cem gols para um goleiro,representa o mesmo que 1000 gols para um atacante. Se jogasse na Europa, teria sido ao menos uma vez eleito o melhor do mundo. A única coisa que lhe faltou na carreira foi ser titular de uma seleção brasileira em uma copa do mundo.  O cara é iluminado, um predestinado e tive o privilégio de narrar esse gol na Jovem Pan. Rogério Ceni acha possível que um goleiro marque 100 gols, mas eu particularmente entendo que essa marca não será igualada. E vc leitor? Mande a sua opinião.

Fonte: http://blogs.jovempan.uol.com.br/nilsoncesar

Cem gols de Rogério Ceni

Cem gols de Rogério Ceni

Foto: Wander Roberto/Vipcomm

Achei totalmente inoportuna a decisão do São Paulo de incluir dois gols na contagem do Rogério Ceni. É anti-marketing total. Quando Rogério marcar o centésimo gol pela FIFA, a notícia vai rodar o mundo. Será manchete em todos os continentes. Goleiro fazendo cem gols é algo extraterrestre. Ceni é um dos maiores goleiros da história do futebol. Ganhou tudo. Dificilmente vamos ver outro goleiro chegar lá. E olha que a maioria dos gols foi marcado no futebol brasileiro, o melhor do mundo.

É algo fantástico.

A festa mundial dos 100 gols deve ser única.

Não existe a menor necessidade de contar 2 gols a mais que a FIFA. Não discuto se a FIFA está certa ou errada. Tanto faz. Rogério tem mais de 100 gols, contando disputa de pênaltis. Ok, mas gol em disputa de pênalti não entra na contagem. Vale gol, decide título, mas não vale artilharia. Portanto, se amistoso não vale, não vale.  Não importa se outros clubes contam.

Uma ação de marketing única, nos 100 gols oficiais, teria muito mais repercussão.

Qual a graça de esvaziar a festa?

O São Paulo está querendo apagar a velinha do bolo sem a presença dos convidados.

Quando Rogério passou Chilavert, o clube comemorou na contagem certa. Qual o motivo de mudar? Contar 100 gols quando chegar a 98 será produzir um recorde com asterisco, como título de asterisco. Só o cara comemora. Precisa vir com bula. Foge da normalidade. Imagine corrigir todos os livros de história do planeta, colocando asteriscos, dizendo que no dia em que o mundo noticiou a quebra do Chilavert, o mundo estava equivocado. Será que precisa mudar a placa e a medalha que entregaram pela quebra do o recorde? Discussão infantil.

O São Paulo precisa sair do seu mundo e viver o mundo real.

Fonte: http://blog.jovempan.uol.com.br/fernandosampaio

Rogério Ceni detona o Corinthians

Rogério Ceni detona o Corinthians

Foto Luiz Pires/Vipcomm

Rogerio Ceni fez história em cima do Corinthians. Marcou o centésimo gol, numa cobrança maravilhosa. Fiquei arrepiado. Nunca imaginei ver um goleiro marcar 100 gols. Com certeza nunca mais verei isso outra vez, assim como nunca mais vi alguém marcar 1.000 gols. Eu tinha 9 anos. Vi o gol do Pelé ao vivo pela televisão. Nunca mais vou esquecer da cena.

Cenas marvilhosas, históricas.

Pelé e Rogério Ceni são dois profissionais dedicados e trabalhadores, ótimos exemplos de atletas. Curiosamente, jogaram numa só equipe. Pelé jogou no Cosmos, mas isso não conta. Foi necessidade. Pelé ou Ceni torcem pelos seus clubes. Se tivessem registrado estas marcas por outras equipes, não teria o mesmo significado.

Andrada e Júlio César ficaram marcados na história.

Foi o melhor jogo do Paulista. Claro, clássico sempre “Vale Tudo”, mesmo na fase do “Vale Nada”. Nesta fórmula ridícula, não muda nada no campeonato. É verdade, mas sempre vale pela rivalidade. E neste clássico havia um ingrediente extra. O São Paulo não vencia o Corinthians há 11 jogos. Venceu no sufoco.

O maior tabu continua sendo do São Paulo, com 13 jogos em 4 anos e meio.

Não foi um jogo tecnicamente fantástico, mas a vontade de vencer ou de não perder tornou o jogo dramático.

Carpegiani surpreendeu. Colocou pela primeira vez Ilsinho, Souto e Paraíba juntos. Não entendi. Depois que encontrou o time com Casemiro, Lucas e William José, o técnico nunca mais escalou o mesmo time. Lucas estava fora, mas os outros dois não. O Tricolor ganhou, mas não jogou bem. Foi melhor é verdade, fez 2×0, mas poderia ter vencido com mais tranquilidade. No final, jogando contra nove, perdeu muitas oportunidades de matar o jogo. Passou sufoco desnecessário, ou talvez inevitável.

Rogério Ceni segurou a vitória, com bela defesa no voleio do Liedson.

O primeiro tempo foi fraco, com muita marcação. Oportunidades, só de fora da área. O Corinthians ficou com a bola, mas não criou nada. O único chute foi do Paulinho, por cima. O São Paulo teve dificuldade de entrar na área corinthiana, chutou mais de fora e acabou marcando. Aos 40′, depois de três tentativas, Dagoberto bateu forte, com raiva e marcou. Após o gol, o jogo abriu. Aos 44′, Fernandinho perdeu uma boa oportunidade. Aos 47′, Dentinho cabeceou sózinho para fora.

No segundo tempo o jogo pegou fogo, graças as expulsões e ao gol de Rogério Ceni.

Fernandinho sofreu falta na entrada da área. Ceni bateu com perfeição e marcou um golaço. O goleiro artilheiro parece que bate com a mão. Imagine se ele pudesse cobrar todas, sem preocupação de voltar para o gol. Teria feito muito mais. É absolutamente anormal a sua media de acertos. Não tenho as contas, mas este ano deve ter marcado mais de 60% das cobranças que fez. Pela media de cobranças feitas e convertidas, deve ser o melhor cobrador da história.

O Corinthians lutou. Mesmo sem Alessandro, expulso após falta violenta em Dagoberto, o time deu sufoco. Aos 22′, aproveitou a desatenção adversária após a falta, cobrou rápido, Dentinho bateu bem, colocado e diminuiu. O jogo ficou tenso. Dagoberto foi expulso. Seu primeiro amarelo foi uma invenção. O segundo foi merecido. Dentinho pediu para ser expulso várias vezes. Bateu, reclamou, apitou, mas Ceretta não atendeu. Tentou segurar a onda, mas não deu. Após chutar Rodrigo Souto, foi expulso.

Depois das três expulsões o jogo ficou espetacular. O São Paulo teve três chances claríssimas de gol. Jean fez bela jogada, bateu, Júlio César defendeu. Marlos perdeu duas. Marlos perder gol é pleonasmo. Na chance mais clara, errou passe fácil para Rivaldo. No finalzinho, Liedson teve a bola para manter o tabu. Rogério Ceni fez bela defesa. Foi mais um gol do Ceni, desta vez na meta.

O São Paulo foi melhor, mereceu a vitória, mas precisa melhorar. Gosto do trio Lucas, Casemiro e Willian José.

O Corinthians precisa melhorar e perdeu Bruno César, jogador que já foi artilheiro do time.

Fonte: http://blog.jovempan.uol.com.br/fernandosampaio

Em clássico Quente, o Centésimo gol de Rogério Ceni.

Em clássico Quente, o Centésimo gol de Rogério Ceni.

Foto: Vipcomm

E aconteceu: logo no clássico de maior rivalidade do momento, Rogério Ceni entrou para a História do Futebol, ao marcar seu centésimo gol. E foi em grande estilo, de falta, a bola viajando alta, cheia de veneno, passando pela barreira, indo para o canto direito de Júlio César.

Goleiro- mais-do- que artilheiro (e não importa se a FIFA computa dois gols a menos por se tratarem de jogos amistosos), Rogério Ceni mostrava-se empolgado como nunca o vi antes, dando, depois do jogo, uma espécie de volta olímpica pelo gramado da Arena Barueri. Além do gol, tinha feitas boas defesas, uma delas quase impossível, verdadeiro milagre, num desvio cara a cara de Jorge Henrique.

Mas o que importava mesmo era o gol. O centésimo gol. Qual goleiro surgirá para marcar cem gols, como Rogério?

Por isso, dá para entender quando alguns torcedores do São Paulo levam faixas, contendo mais ou menos o seguinte: “Todo time tem um goleiro. Mas nós temos Rogério”.

CLÁSSICO QUENTE

E lá se foi o tabu de 11 jogos em que o São Paulo não conseguia vencer o Corinthians. Em clássico nervoso, com três expulsões (Alessandro e Dentinho, pelo Corinthians; Dagoberto, pelo São Paulo), a vitória tricolor por 2 a 1 deveu-se especialmente a um motivo: o São Paulo foi quem mais arriscou chutes de fora da área, sendo este o detalhe principal de sua vitória.

Enquanto o Corinthians costurava mais as jogadas e tentava penetrar na área inimiga, o São Paulo arriscava seus chutes. Foi assim que Dagoberto  fez o primeiro gol. E, de certa maneira, não deixou de ser chute de fora da área o histórico gol de Rogério Ceni. Em jogo equilibrado na disputa de bola, só quando Dentinho também resolveu arriscar é que o Corinthians fez o dele. Ficando o placar em 2 a 1 e, mesmo com nove jogadores, o Corinthians foi ao ataque, em partida que teve 6 minutos de acréscimo.

Por vários ingredientes, um jogo memorável.  E cujo resultado, no duelo de dois gigantes, por ironia, deixa o Palmeiras (ler post anterior) na liderança do Campeonato.

Fonte: http://blogdoavallone.blog.uol.com.br

No dia de Rogério, Corinthians perde tudo

Rogério Ceni marcou seu centésimo gol, batendo falta, para marcar 2 a 0 para o São Paulo contra o Corinthians na Arena Barueri, com pouco mais de 17 mil pagantes.

Antes, porque é um senhor goleiro e não apenas um artilheiro, evitou dois gols alvinegros, um de Liedson, que seria o 1 a 0, e outro de Jorge Henrique, que seria o 1 a 1.

Dagoberto, ainda no primeiro tempo, num lindo chute de fora da área, fez 1 a 0.

E Dentinho, já com 11 contra 10, porque Alessandro foi expulso, diminuiu para 2 a 1.

O São Paulo, num jogo que foi uma guerra e no qual também Dagoberto e Dentinho foram expulsos, ganhou a vice-liderança.

E uma força moral que seria difícil readquirir se a escrita se mantivesse.

Viveu, enfim, uma tarde histórica.

O Corinthians perdeu a liderança do Paulistinha para o Palmeiras, a escrita para o São Paulo e a invencibilidade de Andrés Sanchez em sua gestão nos jogos contra o clube de Juvenal Juvêncio.

Palmeiras que vai se recuperando paulatinamente sob o comando do Felipão e recupera até o zagueiro Thiago Heleno, autor de dois dos três gols na vitória obtida diante do Bragantino no sábado, à noite, por 3 a 0, com mais de 10 mil torcedores no Canindé.

por Juca Kfouri às 18:05