O Partido de Renascimento do Comunismo Francês deseja um 1º de Maio, Internacionalista e Alegre

Le PRCF souhaite à tous les travailleurs une fête du travail combative, internationaliste et joyeuse.

1mai

Face aux conjurés de l’UMPS qui veulent soumettre la France à l’euro-austérité à perpète, face à l’UM’Pen qui veut mettre au pas le mouvement ouvrier, face à l’U.E. pilotée par Berlin qui écrase les peuples souverains, l’heure est aux convergences d’action des communistes, à la relance du syndicalisme de classe, au rassemblement des patriotes pour sortir la France de l’euro, de l’UE et de l’Otan, à la solidarité internationale des ouvriers, des communistes et des progressistes pour stopper les guerres impérialistes et soutenir les peuples en lutte pour la démocratie, l’indépendance nationale, le progrès social et le socialisme.

Plus que jamais, en ce 1er Mai 2013, faisons vivre l’appel de l’Internationale Communiste :

« prolétaires de tous les pays, peuples opprimés du monde, unissez-vous ».

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PRCF – Pólo de Renascimento do Comunismo Francês – A primeira grande vitória do povo egípcio

A primeira grande vitória do povo egípcio

imagemCrédito: PRCF

A primeira grande vitória do povo egípcio, a luta vitoriosa dos povos árabes mostra o caminho para todos os oprimidos do Sul e do Norte do Mediterrâneo!

Após o tirano Benali ser “derrubado” pela classe trabalhadora, pela juventude e pelo povo tunisiano, agora, foi a vez do tirano Mubarak “cair”. Quem será o próximo amanhã, em ambos os lados do Mediterrâneo?

O PRCF congratula-se com a vitória do povo egípcio, que pagou com sangue para que o primeiro passo em direção à liberdade fosse dado. Felicitamos os comunistas e os militantes do movimento operário egípcios que estão à frente das greves e protestos, apesar da ilegalidade declarada pelo o regime de Mubarak, apoiado pelas “democracias ocidentais”, com os EUA e Sarko-Land à frente, que haviam condenado, sem dúvida, em nome do “anti-totalitarismo”. É bom notar o constrangimento dos líderes da extrema-direita que lidera Israel, e Sarkozy que, em vez de saudar o povo egípcio, prefere saudar a “decisão corajosa” do seu amigo Mubarak …

Ninguém pode esquecer que o regime de Mubarak não foi apenas um regime despótico, mas totalmente subserviente ao imperialismo dos EUA, às transnacionais, defensor das piores desigualdades sociais, um traidor da causa palestina e da revolução anti-imperialista dirigida por Nasser nos anos 50, uma revolução traída por Sadat e depois por Mubarak.

Ninguém pode esquecer que os palestinos na Faixa de Gaza estão famintos e sofrem bloqueios, não só pelo Estado predatório de Israel, mas pelo governo egípcio com o total apoio de seu exército.

Naturalmente, nós não somos enganados pela manobra de Obama que, depois de tanto tempo apoiando o tirano, esperava a sua saída a fim de preservar o essencial: a dominação imperialista do Egito, a “aliança” entre o governo egípcio e o Estado de Israel para trair o povo palestino, mantendo o mundo árabe no sistema capitalista.E não temos dúvida de que a parte mais avançada do povo egípcio verá claramente estas manobras destinadas a privá-lo de sua revolução popular em marcha; a partida de Mubarak é apenas o primeiro ato. Sim, é bom que o povo egípcio tenha sido capaz de usar as contradições no seio da classe dominante, incluindo as contradições entre o regime e os seu guardião americano para obter a liberdade: todos a favor do movimento insurgente, a classe trabalhadora egípcia, principalmente nos principais portos do Delta entrou em greve para exigir, não só as liberdades democráticas, mas o direito ao trabalho, salários mais elevados, redução acentuada das desigualdades de classe. Em suma, mais uma vez, aqueles que negavam a existência da luta de classes estão desiludidos, pois a classe operária não se contenta com promessas vagas, ela procura ter um papel central nesta revolução, que será do povo. Mais do que nunca, o povo da França pode orgulhar-se do que está acontecendo em todo o Mediterrâneo e é uma derrota direta para Alliot-Marie e outros Fillon, que eram “unha e carne” com esses regimes podres e sangrentos.

Para todos os povos, inclusive o nosso, que teve a sorte de se deixar dormir na quinta-feira pelo monólogo de um “presidente da República”” que se isola cada vez mais, inclusive de alguns setores do aparelho do Estado, e que não tem mais nada a “propor” que o total desmantelamento da nação francesa, de suas liberdades democráticas e as suas conquistas sociais. Para todos os trabalhadores da França, que lutaram no outono, a lição é clara: este não é um compromisso a la Chérèque com um poder fascista que conduz à vitória, é a luta, especialmente a luta de classes levada até o fim!

Para todos os povos do mundo, surge a pergunta agora: o momento em que termina a era das contra-revoluções que deu início ao reacionário desmantelamento da URSS e do campo socialista, o tempo das revoluções vai superar isso? As pessoas estão prontas para a luta. Resta aos militantes revolucionários e aos verdadeiros comunistas em todo o mundo se unirem em ação, em nível nacional como internacional, para garantir que a primavera dos povos árabes remeta á ordem do dia para todos os povos a frase imortal de Robespierre presente na primeira constituição republicana da França: “Quando o governo viola os direitos do povo, a insurreição é para o povo e para qualquer parte do povo, o mais sagrado dos direitos e o mais essencial dos deveres”. “